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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Ex-diretor da Petrobras negocia delação premiada com Lava Jato

Foto: Divulgação/Justiça Federal do Paraná

O engenheiro Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras e preso desde novembro de 2014, deve ser o novo nome a integrar a lista de delatores em Curitiba. Ele acaba de se tornar colaborador formal sobre um acordo internacional e está em negociações avançadas para passar a delatar, também, nos casos da Lava Jato, de acordo com o jornal O Globo. Duque é considerado como principal operador do PT no esquema da Petrobras e ficou oito anos do governo Lula e metade do primeiro mandato de Dilma Rousseff recolhendo propinas da Petrobras. Duque é considerado importante porque guarda provas documentais que reforçam o elo entre o PT, os ex-presidentes Lula e Dilma e os repasses da Odebrecht. O ex-diretor da Petrobras assinou acordo com procuradores brasileiros e italianos em troca de imunidade perante a Justiça italiana. Ele confessa crimes relacionados a investigações que tramitam no país que envolvem empresas italianas no esquema de corrupção da Petrobras. Ele também renunciou a 20,5 milhões de euros recebidos em propina, o equivalente a mais de R$ 86 milhões, que serão repatriados e devolvidos aos cofres da Petrobras.

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