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terça-feira, 12 de junho de 2018

Varejo registra reduzidas vendas de produtos relacionados à Copa do Mundo e aos festejos juninos

Lojistas reclamam de reduzidas vendas. Fotos de Honório Barbosa

A três dias para a abertura da Copa do Mundo e a cinco dias para a estreia do Brasil na competição, o comércio varejista em Iguatu, na região Centro-Sul ainda não registra boas vendas de camisetas, bandeiras e de adereços relacionados com seleção brasileira.

“As vendas ainda estão fracas”, lamentou a comerciária, Neirian Oliveira. “A gente tem camisetas de vários tamanhos, preços populares, mas neste ano não sei o que está acontecendo que quase ninguém procura”.

Os lojistas que investiram na aquisição dos produtos estão preocupados porque são itens que se relacionam com o evento, que ocorre de quatro em quatro anos.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Iguatu, José Mota Luciano (Dedé Duquesa), confirma que as vendas estão bem aquém do esperado pelo setor. “Existe a crise econômica, política e a desmotivação dos brasileiros”, analisou. “Vamos esperar que a seleção jogue bem e motive os torcedores”.

Quem percorre o centro comercial de Iguatu observa o esvaziamento das lojas e a falta de interesse por parte dos consumidores para adquirir camisetas, tecidos com as cores da seleção brasileira e as bandeiras para fixação em ambientes internos e em veículos.Consumidores verificam tecidos para confeccionar bandeira

Barracas também com reduzidas vendas 

As barracas que vendem fogos de artifício, bombas e arrojões muito utilizados nas festas juninas e nas comemorações de jogos de futebol, instaladas na Avenida Francisquinha Dantas, também amargam poucas vendas. “Ninguém tá vendendo nada”, lamentou a feirante, Samara Arrais. “Neste domingo, o Brasil ganhou da Áustria e ninguém ouviu o barulho de um rojão, de uma bomba”.


Os vendedores esperam que a partir do início dos jogos, da vitória do Brasil e a aproximação das festas em louvor a São João as vendas melhorem. “A gente vende bandeirinhas, chapéus, bonés e os fogos e bombas, mas até agora poucas pessoas aparecem para comprar alguma coisa”, disse Nair Arrais.


Barracas registram reduzidas vendas em Iguatu


 Honório Barbosa
Diario do Nordeste

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