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Com os esforços para conter a disseminação do coronavírus, governantes em todo o mundo ganharam popularidade. Um levantamento feito pelo Brazilian Report indica isso no Chile, Estados Unidos, Portugal, França, Itália e Inglaterra, para citar alguns exemplos. A única exceção, segundo a coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, é o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), no Brasil.

Segundo o último levantamento feito pelo Datafolha, divulgado nessa sexta-feira (3), a rejeição de Bolsonaro passou de 33% para 39%, dentro da margem de erro de três pontos percentuais. O presidente vem se opondo às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e defende o fim do isolamento social.

Com isso, ele contraria o trabalho feito por seu próprio Ministério da Saúde e passou a atacar o ministro Luiz Henrique Mandetta. Por outro lado, o chefe da pasta viu sua aprovação crescer de 55% para 76%.

A pesquisa ouviu 1.511 pessoas por telefone, de quarta (1º) até sexta (3).